Declaração Jornal da Câmara.


Segue acima no vídeo uma curta declaração ao Jornal Câmara. No dia 15/04/2015 às 9h, Ubiratan Rabadan, presidente desta Federação esteve na Audiência Pública da Comissão Permanente de Finanças e Orçamento no auditório Prestes Maia, em que um dos temas discutidos foi o PL 55/2015 de Roberto Tripoli.

Este Projeto de Lei dizia respeito à proibição da locação de cães para segurança privada no município de São Paulo. Referente aos assuntos de relevância para os adestradores, a Federação entende que, a aprovação desse PL levaria a impactos negativos na renda de diversos adestradores de cães; na qualidade de vida de inúmeros cães; ao equívoco e propagação de informação errônea quanto à saúde mental dos cães de trabalho em geral.

Cães de trabalho devem ser treinados por um adestrador, isso é um fato. Com o cão de guarda locado por empresas sérias, isso não é diferente, sendo assim, o fechamento desse mercado significa o fechamento de portas que trazem o sustento de muitos colegas de profissão.

Nós cinotécnicos, conhecedores do comportamento dos cães, sabemos que os cães, nascem com vocação, perfil, drive, seja como cada um se refere. Isso significa que, um cão que nasceu com a vontade, ou seja, o perfil ou vocação para ser um cão de trabalho, não terá uma qualidade de vida boa, não será plenamente feliz se apenas estiver em casa como cão de companhia. Pior do que isso, sabe-se que há um sem número de cães com perfil para trabalho que são comprados ou adotados por famílias despreparadas para lidar com esse perfil, que não foram devidamente orientadas e que esperavam um cão com comportamento diferente. Isso leva ao abandono, que leva aos CCZs, que leva a, em muitos casos, a adoção por parte das empresas que locam cães, salvando-os do eterno confinamento ou sacrifício.

Como nosso representante, o Ubiratan se pronunciou contra a proibição da ativade mas defendeu uma regulamentação envolvendo médicos veterinários, cinotécnicos e profissionais treinados para conduzir os cães.

RESULTADO:

Vai ser marcada uma nova audiência para debater melhor o assunto. Por hora não será aprovado o Projeto de Lei, tampouco foi decidido pela regulamentação invés da proibição. Sendo assim é importante que os interessados compareçam na próxima audiência para defender seus pontos de vista. Apesar disso, a FBAA já se colocou à disposição para auxiliar na melhor formatação do Projeto de Lei caso optem por regulamentar e fiscalizar a atividade.

Segue acima uma curta declaração ao Jornal Câmara.

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